Tinta aspira pena.
Formam letras. Da arte nada, do escrever, não fria.
As longas horas. O eterno e o lento. Sentimentos natos. Emoções. Lástimas.
Descrevem-se como diamantes raros.
O ouro traçado na ponta da pena das voltas infinitas, dos vultos paralelos.
Um mundo alheio à mente terrena.
Escribas da arte, moldamos o belo.
Estranho ao mundo, o que nós falamos.
Poetas e prosadores tão bem enlouquecem.
Diante do auge de tantos encantos.